- A doente chegou à urgência do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, às 14h com sintomas sugestivos de AVC.
- O historial de AVC da paciente é referido pela reclamação apresentada à Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
- Na triagem, a enfermeira foi informada de que os sintomas eram idênticos a episódios anteriores e classificou o caso como “problemas nos membros”, atribuindo-lhe pulseira amarela.
- A primeira observação médica aconteceu às 21h, sete horas depois, quando o médico confirmou o diagnóstico de AVC.
- O perito indica que a paciente deveria ter recebido pulseira laranja em vez de amarela, e a enfermeira vai realizar formação.
O doente deu entrada na urgência do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, às 14h, com sintomas sugestivos de AVC. Segundo a reclamação apresentada à Entidade Reguladora da Saúde (ERS) pelo filho, a paciente já tinha historial da mesma doença.
Na triagem, a enfermeira foi informada de que os sintomas eram idênticos aos episódios anteriores, porém o fluxograma escolhido foi “problemas nos membros”. Como resultado, a paciente recebeu uma pulseira amarela, não a de maior prioridade.
A segunda observação médica só ocorreu às 21h, ou seja, sete horas depois da entrada. O médico confirmou posteriormente o diagnóstico de AVC, segundo a reclamação.
Entre os intervenientes, o filho que apresentou a reclamação à ERS, a equipa de enfermagem, o médico de serviço e um perito que avaliou o caso estão identificados como parte do processo. A ERS está a analisar o incidente.
Em resposta ao caso, foi anunciada a formação da enfermeira responsável pela triagem. O perito afirmou que a paciente deveria ter recebido pulseira laranja, de prioridade, em vez da amarela, para acelerar a avaliação.
O Hospital de Santa Maria não revelou, neste momento, detalhes adicionais sobre a fiscalização interna ou eventuais medidas disciplinares. A ERS continuará a compilar informações para esclarecer responsabilidades.
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