- Em 1993 foi formalizada a inclusão obrigatória de mulheres em ensaios clínicos.
- A história da doença é tanto social e cultural quanto científica.
- A investigação médica envolve pessoas, os seus corpos e as suas vidas, e não só médicos e investigadores.
- Desde a origem, a investigação une o humano com o rigor científico, para desvendar os mistérios do corpo e sustentar a evidência e a imparcialidade.
- As diferenças sexuais estão entrelaçadas na condição humana, e a biomédica carrega esse peso histórico.
A ciência tem historicamente tratado as mulheres como homens, com padrões que usaram o corpo masculino como referência. Só em 1993 a inclusão obrigatória de mulheres em ensaios clínicos foi formalizada.
Essa prática resulta de uma combinação de fatores culturais e científicos, onde a pesquisa privilegia modelos masculinos por conveniência, custo e percepção de menor variabilidade nos resultados.
A visão de que as doenças afectam homens e mulheres da mesma forma persiste em muitos campos. Contudo, a evidência atual mostra que fatores sexuais influenciam diagnóstico, progressão e resposta a tratamentos.
Fontes regulatórias e estudos clínicos indicam a necessidade de uma análise mais sensível ao género. A compreensão ampla do papel das diferenças sexuais ajuda a melhorar a qualidade e a segurança dos cuidados de saúde.
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