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Líder do PS pede esclarecimentos sobre instruções para reduzir cirurgias no SNS

Líder do PS exige esclarecimentos sobre instruções do SNS para reduzir cirurgias, alertando para agravamento das listas de espera e impacto nos pacientes

José Luís Carneiro
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  • O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, pediu esclarecimentos ao Governo sobre uma instrução alegadamente dada pelo diretor-executivo do SNS para reduzir cirurgias nos hospitais públicos.
  • Carneiro afirmou ter conhecimento de que Álvaro Almeida deu instruções diretas para diminuir o número de cirurgias no SNS.
  • O líder do PS disse que a ministra da Saúde e o Primeiro-Ministro devem explicar publicamente quais instruções foram dadas para diminuir o investimento e, em particular, o volume de cirurgias.
  • O dirigente socialista alerta para o possível agravamento das listas de espera, já graves, nomeadamente em oncologia, se estas medidas forem implementadas.
  • No Observador, foi reportado que a Direção Executiva do SNS instruiu os hospitais a não aumentar a produção assistencial em 2026, visando cortar despesa, o que gerou apreensão entre administradores hospitalares.

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, pediu este domingo esclarecimentos ao Governo sobre uma instrução atribuída ao diretor-executivo do SNS para reduzir cirurgias nos hospitais públicos. O pedido foi feito à entrada de uma sessão com militantes e simpatizantes em Aveiro.

Carneiro afirmou ter conhecimento de que Álvaro Almeida, à frente da Direção Executiva do SNS, teria emitido instruções diretas para diminuir o número de cirurgias no SNS. O líder socialista exigiu explicações públicas da ministra da Saúde e do Primeiro-Ministro sobre quais instruções foram dadas para reduzir investimento e cirurgias.

O secretário-geral alertou que a medida pode agravar as listas de espera, já graves, em especial nas oncologias. Vários administradores hospitalares mostraram apreensão, teme-se que as opções adotadas ponham em risco a vida dos pacientes.

Na sexta-feira, o jornal Observador revelou que a Direção Executiva do SNS terá orientado os hospitais a não aumentarem a produção assistencial em 2026, com o objetivo de controlar a despesa. A mensagem, segundo a notícia, aponta para conter a atividade assistencial sob supervisão da tutela.

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