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Comparação social destrói a auto-estima das mulheres e como quebrar o ciclo

Redes sociais promovem comparação entre mulheres, minando a auto-estima; psicólogas apontam estratégias para quebrar o ciclo

Deixar de seguir influencers que gerem sentimentos auto-depreciativos é importante
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  • As redes sociais promovem a comparação entre mulheres na busca de perfeccionismo, alerta a psicóloga Filipa Jardim da Silva.
  • O texto ilustra com exemplos: uma influencer a treinar, uma jovem atriz que acabou de ficar noiva e um casal com as chaves da casa nova no centro de Lisboa.
  • O feed sugere que a vida de quem vê parece ter mais encanto, gerando sensação de que se está a falhar.
  • Segundo psicólogas ouvidas, a comparação social afeta sobretudo o sexo feminino.
  • O tema é relacionado com o Dia da Mulher, celebrado no domingo.

O que acontece: as redes sociais intensificam a comparação entre mulheres, repetidamente associada a padrões de perfeição. Psicólogas destacam que esse ciclo pode abalar a autoestima feminina, especialmente no Dia da Mulher.

A situação é descrita pela psicóloga Filipa Jardim da Silva, que afirma que observamos bastidores, palcos e celebridades, gerando a sensação de que não somos suficientes. A narrativa visual funciona como gatilho emocional.

O fenómeno ocorre diariamente nas plataformas, onde feed após feed mostra casas, casamentos, corpos ideais e conquistas. A experiência comum é a comparação constante, que pode gerar insatisfação e ansiedade.

Quem está envolvido: mulheres em geral, influenciadoras digitais, marcas e produtores de conteúdos. O estudo não se limita a um grupo específico, mas aponta impactos mais acentuados entre jovens adultas.

Quando e onde: o fenómeno é observado de forma contínua nas redes sociais. O foco ganha relevo durante o Dia da Mulher, celebrado neste domingo, com discussões públicas sobre saúde mental feminina.

Desdobramentos e caminhos possíveis

Intervenções apontadas por especialistas incluem reduzir a exposição a conteúdos que promovem perfeição, promover mensagens realistas e incentivar espaços de apoio entre amigas. A ideia é quebrar o ciclo de comparação.

Outras estratégias sugerem foco em metas próprias, práticas de bem-estar e educação digital para literacia emocional. A redução de estímulos visuais inalcançáveis pode contribuir para uma relação mais saudável com as redes.

A partir das evidências, especialistas destacam a importância de reconhecer o impacto sem culpa. A compreensão de que as redes refletem escolhas algorítmicas ajuda a contextualizar a pressão social.

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