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Mortalidade infantil em Portugal atinge níveis de países pobres em vários municípios

Alguns concelhos do Algarve e da Grande Lisboa registam em 2024 taxas de mortalidade infantil iguais às de países pobres, apesar da estabilização nacional

Após alguns anos de quebra, em 2024 a taxa de mortalidade infantil aumentou e no ano passado ficou praticamente inalterada
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  • Em Portugal, a mortalidade infantil estabilizou em 2025, após valores próximos do pré-pandemia.
  • Em 2024, a taxa foi de 3,0 óbitos de bebés até um ano por mil nados-vivos; no ano anterior foi de 2,9.
  • Houve 257 óbitos de recém-nascidos ou bebés até um ano em 2024, frente a 255 em 2023.
  • Em vários concelhos, sobretudo no Algarve e na Grande Lisboa, as taxas foram comparáveis às registadas em países com rendimentos mais baixos.
  • Os dados oficiais são do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do portal Vigilância da Mortalidade, analisados pelo CM.

Nos vários municípios de Portugal, a mortalidade infantil manteve-se estável em 2025, mas persistem dados preocupantes nalguns concelhos. Em 2024 registaram-se 257 óbitos de bebés até um ano, aumentando ligeiramente para 255 no ano anterior, segundo fontes oficiais.

A análise, realizada pelo CM, aponta que a taxa de mortalidade infantil em Portugal ficou em 3,0 em 2024 e 2,9 em 2023. Apesar da tendência geral de estabilização, houve concelhos com valores elevados não vistos há anos.

Entre os casos mais críticos destacam-se municípios situados no Algarve e na Grande Lisboa, onde as taxas se aproximaram dos níveis observados em países com indicadores de desenvolvimento mais baixos. As autoridades recorrem aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do portal Vigilância da Mortalidade, que consolidam a tendência de recuperação pós-pandemia.

Os números de 2024 indicam uma recuperação face a 2020-2021, porém mantêm-se verificações específicas por região. O estudo do CM indica que as variações municipais merecem atenção, sem atribuir causas únicas aos aumentos observados.

Fonte oficial aponta para uma subida de óbitos nos primeiros meses de 2024, com maior incidência em áreas urbanas densas. As autoridades de saúde reiteram a necessidade de monitorização contínua e de estratégias locais de prevenção, sem disponibilizar conclusões finais.

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