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Bruxelas atualiza zonas de vigilância após foco de gripe das aves em Santarém

Bruxelas alarga zonas de proteção e vigilância em Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha após novos focos de gripe das aves em Santarém

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Europa regista quase 1.900 focos de gripe das aves em um ano; Portugal com 27
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  • Bruxelas atualizou as zonas de proteção e de vigilância contra a gripe das aves após a deteção de 60 novos focos em vários Estados-membros, incluindo Santarém, Portugal.
  • As mudanças afetam os municípios de Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, com perímetros mais restritos junto aos focos.
  • A decisão foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia, após Portugal ter notificado novos focos em explorações de aves de capoeira ou em cativeiro.
  • Espanha, França, Alemanha e Itália também reportaram novos casos de Gripe das Aves de Alta Patogenicidade (GAAP).
  • A Comissão Europeia validou as medidas de contenção já aplicadas e mantém a monitorização para ajustar as restrições, incluindo restrições à movimentação de aves e produtos derivados e reforço da biossegurança.

A Comissão Europeia atualizou hoje as zonas de proteção contra a gripe das aves, após a deteção de 60 novos focos em vários Estados-membros. Em Portugal, Santarém é uma das regiões afetadas, com impacto nos concelhos de Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

A decisão foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia e acontece após Portugal notificar novos focos em explorações de aves de capoeira ou em cativeiro nas localidades mencionadas. Outros países, como Espanha, França, Alemanha e Itália, também reportaram casos de GAAP.

Bruxelas validou as medidas de contenção já implementadas e considerou os perímetros de segurança suficientes para reduzir o risco de propagação. A GAAP preocupa o setor avícola devido ao potencial de contágio e ao impacto económico, incluindo risco de interdição do comércio intracomunitário.

As zonas de proteção e de vigilância implicam restrições à movimentação de aves e de produtos derivados, além de reforçar as medidas de biossegurança nas explorações. A Comissão Europeu continua a monitorizar a evolução epidemiológica para ajustar restrições conforme necessário.

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