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Nomeações nas ULS não devem ser políticas, alertam médicos

Mandatos das ULS terminaram a 31 de janeiro; em São José (Lisboa) está prevista a nomeação de Miguel Paiva (PSD) para substituir Rosa Valente de Matos, mantendo critérios técnicos

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"Temos de acabar com estes ciclos de 'amiguismo', de politiquismo, nas nomeações dos cargos, que têm que ser cargos técnicos"
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  • O bastonário da Ordem dos Médicos reiterou que as nomeações para conselhos de administração de ULS devem basear-se em critérios técnicos, de competência e experiência, e não em amiguismo ou influências político-partidárias.
  • A Direção Executiva do SNS (Serviço Nacional de Saúde) informou que os mandatos de dez conselhos de administração de ULS terminaram a 31 de janeiro, incluindo a ULS de São José, em Lisboa.
  • Segundo o Observador, Miguel Paiva, militante do PSD, será nomeado para a presidência da ULS de São José, substituindo Rosa Valente de Matos.
  • Rosa Valente de Matos confirmou a saída após seis anos no cargo.
  • A Ordem dos Médicos mantém a posição de que as nomeações devem ser técnicas e não políticas; o SNS não comenta casos específicos, apenas as designações já efetuadas.

O bastonário dos Médicos reiterou que as nomeações para os conselhos de administração das Unidades Locais de Saúde devem basear-se em critérios técnicos, de competência e experiência, e não em amiguismo ou influências político-partidárias. O alerta surge num contexto de término de mandatos no SNS, com várias ULS a ficarem sem direção provisória a partir de 31 de janeiro.

Segundo a Direção Executiva do SNS, terminaram nesse dia os mandatos de conselhos de administração de várias ULS, incluindo a de São José, em Lisboa. A notícia avançada pelo Observador aponta para a nomeação de Miguel Paiva, militante do PSD, para substituir Rosa Valente de Matos na presidência da ULS de São José.

Mudança na ULS de Lisboa

O bastonário Carlos Cortes reforçou que as nomeações devem privilegiar critérios técnicos, conhecimento de campo e experiência, afastando-se de critérios político-partidários. O objetivo é manter a estabilidade e a eficiência do SNS, evitando ciclos de amiguismo que fragilizam a gestão local.

Rosa Valente de Matos confirmou a saída após seis anos no cargo. Em mensagem aos funcionários, afirmou ter cumprido o ciclo com orgulho e destacou a importância da instituição para a vida de milhares de pessoas. A escolha de substituição é, segundo o SNS, uma decisão do Governo em articulação com a direção executiva.

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