- Penela está partido ao meio desde há um mês devido à ruína da estrada nacional que atravessa o concelho, antigaIC3, às portas da vila.
- A abertura de uma fenda ocorreu após os múltiplos dias de chuva que afetaram o interior do distrito de Coimbra.
- A Infra‑Estruturas de Portugal ainda não tem uma solução para a passagem interrompida.
- Os habitantes passam a usar estradas secundárias e terciárias, levando o triplo do tempo de deslocação.
- O desmoronamento ocorreu perto de Penela no dia 9 de fevereiro, com novas fendas já previstas.
Desde há mais de um mês, o concelho de Penela ficou dividido pela abertura de uma fenda na estrada nacional que atravessa o território, semelhante ao que aconteceu com o antigo IC3. A intervenção ocorreu após semanas de chuva intensa que deixou o solo encharcado. O episódio tornou-se visível junto à vila, comprometendo a ligação rodoviária.
A Infraestruturas de Portugal ainda não indicou uma solução para o caso, deixando a estrada interditada. A circulação deixou de existir na origem da fissura, obrigando os habitantes a usar vias alternativas. A incapacidade de restabelecer o acesso mantém o concelho isolado.
A consequência imediata tem sido o aumento do tempo de deslocação. Em média, os residentes percorrem agora estradas secundárias com condições mais complexas, aumentando o trajeto para o triplo do tempo. Este cenário persiste desde o dia 9 de Fevereiro, data em que o deslizamento se tornou visível.
Situação de mobilidade e resposta institucional
Equipa técnica acompanha o caso e avalia intervenções. As autoridades não avançaram com prazos para a reabertura, mantendo a passagem interrompida até novas avaliações. A população permanece dependente de rotas alternativas para deslocações diárias.
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