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Aterro do Seixal fecha em 2028 e Palmela fica com o lixo

Encerramento do aterro do Seixal em 2028 força planeamento regional de resíduos na Península de Setúbal, com avaliação de expansão em Palmela

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Aterro do Seixal fecha em 2028 e Palmela “herda” todo o lixo
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  • O aterro integrado no Ecoparque do Seixal deverá encerrar em 2028, comunicação já feita aos municípios, aumentando a pressão sobre o sistema de gestão de resíduos na Península de Setúbal.
  • A Amarsul gere dois aterros, no Seixal e Palmela, que recebem cerca de quatrocentos e quarenta mil toneladas por ano.
  • O Seixal tem sido alvo de polémicas e contestações locais, com queixas de odores; em 2024 a Câmara Municipal do Seixal avançou com ação judicial e providência cautelar para travar o crescimento da célula, citando preocupações de saúde pública e ambientais.
  • O presidente da Câmara da Moita, Carlos Albino, afirmou que o encerramento não pode ser pretexto para tornar Palmela no caixote do lixo do distrito, defendendo uma solução regional.
  • Palmela é apontada como possível local de ampliação do aterro para garantir capacidade de deposição, enquanto se desenvolvem soluções para tratamento de resíduos orgânicos e biorresíduos, visando reduzir a dependência de aterro.

O aterro integrado no Ecoparque do Seixal, gerido pela Amarsul, deverá encerrar em 2028. A decisão já foi comunicada aos municípios, aumentando a pressão sobre a gestão de resíduos na Península de Setúbal. O fecho insere-se num contexto de limites de deposição na região.

Ao mesmo tempo, discute-se a possível ampliação do aterro do Ecoparque de Palmela. A ideia pretende assegurar a continuidade da deposição de resíduos urbanos na região, diante de preocupações com a capacidade disponível.

A Amarsul gere o tratamento e a valorização de resíduos urbanos em nove municípios, operando dois aterros nos ecoparques do Seixal e de Palmela, que juntos recebem cerca de 440 mil toneladas por ano.

Nos últimos anos, o Seixal tem sido alvo de contestação local por odores e impactos na qualidade de vida. Em 2024, a Câmara avançou com ação judicial para travar a expansão da licença de uma nova célula.

O presidente da Câmara da Moita, Carlos Albino, afirmou que o encerramento não pode ser usado para transferir o lixo para Palmela. Defende uma solução regional que não transfira o problema entre concelhos.

A expansão de Palmela é apontada como resposta de curto/médio prazo para manter capacidade na região. Além disso, Palmela tem dinamizado soluções para resíduos orgânicos, com projetos de tratamento biológico e valorização de biorresíduos.

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