- Costa e a presidente da Comissão Europeia, Von der Leyen, disseram que este não é momento para aliviar sanções à Rússia.
- A decisão da Agência Internacional de Energia (AIE) de libertar 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas foi recebida com apoio.
- A prioridade é manter os fluxos de energia em movimento, especialmente a navegação no Estreito de Ormuz.
- Defendem que tetos ao preço do petróleo ajudam a estabilizar mercados e a reduzir as receitas da Rússia; não é momento para aliviar sanções.
- Anunciaram disponibilidade para trabalhar de perto com parceiros da região para evitar o alastrar do conflito e restabelecer a estabilidade.
- A reunião do G7, organizada pela França, abordou a situação no Irão, Médio Oriente, comércio, liberdade de navegação e consequências económicas da guerra.
Costa e Von der Leyen alertaram que este não é o momento para aliviar sanções à Rússia, após a Agência Internacional de Energia (AIE) anunciar a libertação de 400 milhões de barris de petróleo de reservas estratégicas.
Em mensagem publicada nas redes sociais, os líderes destacaram a importância de manter os fluxos de energia, nomeadamente a navegação no Estreito de Ormuz, essencial para a economia global. Também defenderam tetos ao preço do petróleo para estabilizar os mercados.
Neste contexto, afirmaram que este não é o momento de suavizar sanções contra a Rússia e sublinharam a disponibilidade de trabalhar com parceiros regionais para evitar o alastrar do conflito e restabelecer a estabilidade.
AIE e G7: decisões e objetivos
Os chefes da UE agradeceram a Macron pela organização da reunião do G7, que discutiu o Irão, o Médio Oriente, o comércio e a liberdade de navegação, além de impactos económicos da guerra.
Antes da reunião, os 32 países da AIE anunciaram a disponibilização de 400 milhões de barris para o mercado, visando compensar a perda de abastecimento pelo fecho do Estreito de Ormuz.
Contexto regional e retaliações
O ataque militar dos EUA e de Israel contra o Irão, a 28 de fevereiro, gerou retaliações em vários países da região, com ataques a alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas em países como Arábia Saudita e Emirados.
Projete-se ainda incidências com projéteis iranianos em Chipre, na Turquia e no Azerbaijão, conforme relatos de incidentes durante o período.
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