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Voo militar repatria 54 portugueses e chega a Lisboa

Voo militar repatriou 54 portugueses e 7 estrangeiros para Lisboa, com escala em Creta, após atraso; Governo acompanha a situação e não prevê novo voo

Emídio Sousa, secretário de Estado das Comunidades
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  • Voo militar de repatriação com 54 portugueses e sete estrangeiros chegou a Lisboa cerca das 6h de segunda-feira, vindo de Riade, Arábia Saudita.
  • A aeronave partiu de Riade no domingo às 15h40, com escala em Creta para reabastecimento; entre os estrangeiros estão um britânico, dois brasileiros, um sul-coreano e dois luso-canadianos.
  • A maioria a bordo eram viajantes, negócios ou turismo; alguns residentes preferiram ficar no Médio Oriente, mas muitos aguardavam há cerca de uma semana para regressar a Portugal.
  • A operação envolveu o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Força Aérea; há vagas disponíveis para quem ainda não regressou e queira fazê-lo por vias comerciais nos próximos dias.
  • O Governo acompanha a situação de perto e, por agora, não há planos para outro voo de repatriação.

Foi um voo militar de repatriação que devolveu 54 portugueses a Portugal. O avião partiu de Riade, na Arábia Saudita, no domingo à tarde e chegou a Lisboa, ao aeroporto de Figo Maduro, pouco antes das 06h desta segunda-feira. O regresso envolveu sete cidadãos estrangeiros.

Segundo a informação partilhada por várias fontes, o avião chegou com ligeira margem de atraso face ao horário previsto, 05h30. A operação contou com a participação do Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Força Aérea Portuguesa.

O voo seguiu com uma escala em Creta, na Grécia, para reabastecimento, após uma saída de Riade às 15h40. Entre os portugueses, estavam três luso-canadianos, um britânico, dois brasileiros e um sul-coreano, com residentes também na lista de prioridade de repatriamento.

Segundo o secretário de Estado das Comunidades, a maioria das pessoas a bordo estava a viajar ou em negócios e turismo; alguns residentes optaram por ficar. A maioria aguardava há cerca de uma semana pela possibilidade de regressar, após a interrupção causada pela guerra na região.

Quanto aos sete estrangeiros, explicou que os Estados-membros partilham informações sobre quem está na lista de espera. Havia vagas disponíveis no voo português.

Sobre a eventual realização de novos voos, o secretário de Estado comentou que, para já, não está previsto. O Governo vai acompanhar a situação mais alguns dias, dando prioridade aos passageiros que aguardam em rotas comerciais.

Contexto geopolítico

O texto também menciona que os Estados Unidos e Israel teriam lançado, a 28 de fevereiro, um ataque militar contra o Irão. A ofensiva, segundo o relatório, causou a morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, em 1989.

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