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Um em cada cinco europeus vê os EUA como ameaça; China ganha apoio

Cerca de 20% dos europeus vê os EUA como grande ameaça, apontando para uma aproximação a China e impactos nas relações UE-EUA

A Europa em Movimento
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  • Cerca de 20% dos inquiridos nos maiores países da Europa consideram os EUA uma “grande ameaça”, acima do sentimento sobre a Coreia do Norte.
  • A sondagem da YouTrend aponta confiança histórica baixa nos EUA no início de 2026, refletindo preocupações na região.
  • A Espanha registou 31% de preocupação com os EUA, sendo o país mais inquieto entre os europeus sondados.
  • A maioria dos inquiridos vê a crise EUA–Europa como uma rutura temporária, esperando normalização após a saída de Donald Trump.
  • A migração surge como a principal preocupação em média 31% dos países sondados, com a Polónia mais preocupada com a agressão russa.

Ciclos de tensão entre Washington e Bruxelas dominam a atenção europeia no início de 2026. Segundo uma sondagem da YouTrend, cerca de 20% dos cidadãos dos maiores países da Europa veem os EUA como uma grande ameaça. França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e Polónia estão incluídos no estudo.

Atravessando a manhã de 2026, a Europa vivencia um momento de desconfiança crescente em relação a Washington, com o lançamento de críticas duras à gestão de políticas exteriores. A sondagem aponta receio significativo em vários Estados-membros, não apenas sobre o uso da força, mas também sobre a condução de alianças estratégicas.

Entre os abusos retóricos citados, destacam-se comentários da administração anterior dos EUA que minaram a cooperação europeia, bem como divergências sobre financiamento da NATO e tensões comerciais. Espanha surge como o país com maior preocupação expressa sobre os EUA (31%).

Mudança de foco para a China

A investigação indica uma mudança perceptível nas percepções. A China aparece como o principal concorrente geopolítico de Washington, mas quase não é vista como ameaça pelos europeus quando considerados os 19 itens de preocupação, onde apenas 2,8% apontam a política externa da China como principal problema.

A China, por sua vez, condenou em tom firme o assassinato de Ali Khamenei pelos EUA, classificando o ato como violação grave da soberania iraniana. A reação chinesa foi comunicada como parte de um quadro diplomático maior.

A política externa dos EUA fica, em média, em segundo lugar entre as preocupações dos europeus, com 21,5% de incidência nas respostas.

Estado das relações EUA-Europa

Apesar das tensões, a maior parte dos inquiridos vê a crise como temporária, não como um divórcio definitivo. Em França, Espanha, Polónia, Itália e Reino Unido, há consenso de que a relação pode normalizar quando a liderança de Washington mudar.

A Espanha aparece entre os mais otimistas, com 55% a esperar uma retoma rápida da cooperação pós-Trump. A Alemanha manifesta ceticismo, com 47% a duvidarem de uma normalização rápida.

Migração como principal foco europeu

Em média, 31% indicam a migração como tema central, com variações por país. Reino Unido (40%) e Espanha (34%) são os mais preocupados. Na Polónia, o foco diverge, com 42% a apontarem uma possível agressão russa como principal perigo.

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