- As associações ANBP, APBV e LBP vão pedir audiência urgente ao primeiro-ministro e aos grupos parlamentares para apresentar propostas sobre o socorro em Portugal.
- Os bombeiros dizem não ter responsabilidade pela atual situação do socorro pré-hospitalar e pretendem reforçar e organizar o serviço para aumentar a confiança das populações.
- Entre as medidas discutidas estão a possível taxa sobre as macas retidas nos hospitais, a criação de uma central única de coordenação de ambulâncias e alterações à Lei de Bases da Proteção Civil.
- As associações defendem que a Lei de Bases da Proteção Civil deve ficar aprovada antes da Lei de Bases da Saúde, sublinhando a necessidade de maior articulação entre saúde e bombeiros.
- Fernando Curto afirmou que há preocupação com a carreira, o financiamento e a resposta a quem chega ao quartel, além do sentimento de não serem ouvidos pelo poder político.
Os bombeiros vão pedir uma audiência urgente ao primeiro-ministro e aos grupos parlamentares para apresentar propostas sobre o setor. A iniciativa foi anunciada por três associações representativas: ANBP, APBV e LBP. O objetivo é reforçar e organizar melhor o socorro em Portugal.
Fernando Curto, presidente da ANBP, explicou aos jornalistas que o pedido tem caráter urgente e visa mostrar as preocupações das associações. Os bombeiros defendem que não são responsáveis pela atual situação do socorro pré-hospitalar.
Segundo Curto, as associações pretendem apresentar propostas ao primeiro-ministro Luís Montenegro, ainda sem data definida. Entre as hipóteses em consideração estão uma taxa sobre as macas retidas nos hospitais e a criação de uma central única de coordenação de ambulâncias.
Os bombeiros apontam também a necessidade de alterar a Lei de Bases da Proteção Civil, bem como de avançar com o comando único e uma maior articulação com a área da saúde. A prioridade permanece a melhoria do atendimento à população.
Curto destacou a preocupação com a carreira dos profissionais, o financiamento das associações e a resposta de qualidade no socorro. Os bombeiros dizem sentir que não têm sido suficientemente ouvidos pelo poder político.
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