- O Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, afirmou que não tem agendas e que o Ministério Público não divulga escutas ou provas para o espaço público.
- Sobre a Operação Influencer, garantiu que não está satisfeito com a demora dos resultados, dois anos após a demissão de António Costa.
- Especificou que António Costa não é suspeito nem arguido, e não sabe se o processo está em segredo de justiça ou se já requereu.
- Afirmou que a averiguação preventiva do caso Spinumviva poderá ter uma decisão breve, possivelmente antes das férias judiciais.
- Reconheceu atrasos na entrega de documentação, que prolongaram a análise, mas disse que as férias judiciais não representam desculpa e que pretende uma decisão rápida.
O Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, afirmou que não possui agendas nem pretende divulgar escutas ou provas para o público. A intervenção ocorreu em Lisboa, no âmbito de uma iniciativa associada ao Dia Internacional contra a Corrupção, e teve como foco a investigação em curso conhecida como Operação Influencer.
Sobre os desdobramentos da operação, o PGR reconheceu a frustração com a ausência de resultados passados dois anos após a demissão de António Costa, sem, no entanto, indicar uma data para eventual conclusão. Garantiu ainda que o processo não está parado, apesar de questões de acesso a informações e de prazos não estarem claras.
Decisão sobre averiguação preventiva pode surgir em breve
Amadeu Guerra disse que a decisão sobre a averiguação preventiva relacionada ao caso Spinumviva deve ficar concluída em breve, possivelmente antes do início das férias judiciais. O PGR explicou que a entrega de documentação atrasou o avanço da análise, com muitos volumes a rever. Os papéis já chegaram, mas o atraso dificultou o progresso do inquérito.
Entre na conversa da comunidade