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Automobilistas na China enchem depósitos antes da subida dos combustíveis

Automobilistas em Nanjing enchem depósitos antes do aumento nacional dos combustíveis, que entra em vigor à meia-noite, após o petróleo superar os US$100 por barril

AP
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  • Em Nanjing, no leste da China, condutores formaram filas nas bombas de combustível para abastecer antes do aumento nacional entrar em vigor à meia-noite.
  • O aumento representa cerca de 3,75 dólares por um depósito de 50 litros.
  • A subida ocorre numa altura em que o preço internacional do petróleo ultrapassou os 100 dólares por barril, pela primeira vez desde a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
  • Na manhã de terça-feira, as bolsas asiáticas recuparam menos face às perdas de ontem, com investidores a esperar que o conflito com o Irão não se prolongue.
  • Os ganhos nas bolsas ficaram aquém das perdas de segunda-feira, quando o petróleo quase atingiu os 120 dólares por barril antes de recuar para cerca de 90.

O quê aconteceu: motoristas em Nanjing, no leste da China, encheram depósitos de combustível antes de o preço médio nacional subir. A medida entrou em vigor à meia-noite, após o petróleo ultrapassar os 100 dólares por barril.

Quem está envolvido: condutores que faziam fila nos postos e autoridades que anunciaram o reajuste dos combustíveis.

Quando e onde: em Nanjing, manhã da terça-feira, com a subida a vigorar à meia-noite.

Como e porquê: o abastecimento antecipado ocorreu devido ao anúncio oficial de aumento do preço de referência, em resposta a um petróleo internacional acima de 100 dólares, marcando o primeiro patamar assim desde o início da invasão da Ucrânia em 2022.

Aprofundamento: o ajuste eleva o custo para os utilizadores, estimando-se um incremento de cerca de 3,75 dólares por depósito de 50 litros.

Panorama internacional

O petróleo ultrapassou os 100 dólares por baril, situando-se acima desse patamar pela primeira vez desde 2022. Este cenário coincide com oscilações nos mercados asiáticos, que havia registado fortes quedas na véspera.

Na manhã de terça-feira, as bolsas na Ásia recuperaram parte das perdas, à medida que investidores esperavam que o conflito com o Irão não se prolongasse.

Entretanto, os ganhos não compensaram as perdas de segunda-feira, quando o petróleo chegou a perto de 120 dólares e recuou para cerca de 90 dólares.

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