- Um mês após tomar posse, Luís Cabral é o novo presidente do INEM e enviou um comunicado aos trabalhadores.
- O aviso é claro: quem resistir à mudança não será incluído no novo modelo de organização.
- A prioridade passa a ser o atendimento de chamadas e o acionamento de meios, com possível eliminação de outros serviços.
- As ambulâncias de Suporte Imediato de Vida, integradas nas urgências básicas, deverão desaparecer e as equipas passarão a deslocar-se em carros.
- Os Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH) manifestaram preocupação, dizendo não estar enquadrados no modelo proposto.
O novo presidente do INEM, Luís Cabral, enviou esta sexta-feira aos trabalhadores do instituto um comunicado com alterações a implementar em breve. O objetivo é orientar a organização para um novo modelo de funcionamento.
Um mês depois de ter tomado posse, Cabral avisa que quem resistir à mudança não será incluído no processo. O foco central passa pela gestão eficiente das chamadas e pelo acionamento de meios, com a possível eliminação de serviços considerados secundários.
O comunicado adianta que as Ambulâncias de Suporte Imediato de Vida, atualmente integradas nas urgências básicas, deverão desaparecer. As equipas passarão a deslocar-se em carros, em vez de veículos de maior porte.
Alterações anunciadas
A prioridade passa pela rapidez de resposta e pela ativação de recursos, mesmo que isso implique reconfigurar a oferta de serviços. Não está descartada a redução de atividades que o novo modelo entender como menos prioritárias.
A comunicação gerou preocupação entre os Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH). Estes trabalhadores afirmam não estar enquadrados no modelo proposto e temem ficar de fora do novo esquema operacional.
Reação e próximo passo
Fontes internas indicam que o INEM pretende seguir com o plano de reestruturação nos próximos meses. A direção mantém o objetivo de melhorar tempos de resposta e a eficiência do sistema de emergências.
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