- O Ministério Público acusa o ex-deputado do Chega Miguel Arruda de 21 crimes de furto qualificado, alegadamente, de várias malas no aeroporto de Lisboa entre outubro de 2024 e janeiro de 2025.
- A acusação, datada de 11 de dezembro, indica ainda que a mulher de Arruda é acusada de um crime de recetação, por presumivelmente ter utilizado roupa e outros bens furtados pelo marido.
- Miguel Arruda foi eleito à Assembleia da República pelo Chega em março de 2024, tornou-se deputado independente após ser arguido em janeiro de 2025, e negou as acusações quando o caso se tornou conhecido.
- O processo envolve alegações de subtração de várias malas no aeroporto da capital.
- A Lusa teve hoje acesso à acusação.
O Ministério Público acusa o ex-deputado do Chega Miguel Arruda de 21 crimes de furto qualificado, alegadamente envolvendo várias malas no aeroporto de Lisboa, entre outubro de 2024 e janeiro de 2025.
A acusação, datada de 11 de dezembro e a que a Lusa teve acesso, também envolve a mulher de Arruda, acusada de recetação por alegadamente ter utilizado roupas e bens que saberia terem sido furtados pelo marido.
Arruda foi eleito pelo Chega em março de 2024 e tornou-se deputado independente em janeiro de 2025, após ter sido constituído arguido. Ao conhecer-se o processo, o ex-parlamentar negou a prática dos crimes.
Detalhes da acusação
O MP sustenta que os furtos ocorreram entre outubro de 2024 e janeiro de 2025 no aeroporto de Lisboa, envolvendo várias malas. A acusação relaciona ainda a participação da esposa na reutilização de itens suspeitos.
O caso encontra-se em fase de instrução e pode evoluir para tribunal, onde serão apreciadas as provas apresentadas pelo Ministério Público e pela defesa.
Os factos descritos não constituem condenação. O processo segue os trâmites legais, com as autoridades a buscar esclarecimentos sobre o alegado esquema.
Entre na conversa da comunidade