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Gouveia e Melo evoca Sá Carneiro e critica apropriação de legado

Ninguém é dono do legado de Sá Carneiro, diz Gouveia e Melo, rejeitando apropriações e defendendo democracia, social-democracia e Estado social

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Gouveia e Melo, candidato a Belém
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  • Gouveia e Melo esteve em Viseu, no final de uma ação de campanha junto à estátua de Sá Carneiro, em frente à rua pedonal do centro.
  • O ex-chefe do Estado-Maior da Armada afirmou que, após o 25 de Abril de 1974, Portugal teve um período sombrio e que houve homens que travaram a deriva totalitária, incluindo Sá Carneiro.
  • Reforçou que ninguém se pode apropriar do legado de Sá Carneiro, dizendo que o nome e o projeto de Sá Carneiro não pertencem a ninguém.
  • Gouveia e Melo disse sentir-se inspirado por Sá Carneiro, destacando-o como social-democrata preocupado com economia desenvolvida e proteção social.
  • O candidato geriu contactos com o público em lojas e pastelarias de Viseu, antes de seguir para Castro Daire, depois de uma breve reunião no Hospital de São Teotónio e de visitar o Centro de Coordenação Operacional de Viseu.

Gouveia e Melo, candidato presidencial, fez declarações ao final de uma ação de campanha em Viseu, junto à estátua de Sá Carneiro. O ex-chefe do Estado-MMaior da Armada afirmou que o fundador do PPD/PSD representa valores democráticos para o país. A intervenção ocorreu numa rua pedonal do centro.

O almirante lembrou que, após o 25 de Abril de 1974, Portugal viveu um período sombrio em que a revolução poderia ter seguido caminho para uma ditadura. Destacou que Sá Carneiro foi decisivo para travar essa deriva, reconhecendo merecida homenagem.

Interrogado sobre promessas de alguns opositores que reivindicam o legado reformista de Sá Carneiro, Gouveia e Melo rejeitou a ideia de apropriação. Disse que ninguém detém o legado ou o nome, defendendo que o conjunto da democracia permanece partilhado.

Contexto histórico

O candidato afirmou que Sá Carneiro representava uma dimensão social-democrata, com foco em desenvolvimento económico e justiça social. Considerou que o pensamento social-democrata atual deve inspirar-se nesse eixo, contra correntes neoliberais.

Reiterou que o mercado pode resolver parte dos problemas, desde que exista regulação estatal e proteção social. Argumentou que sem um Estado social a sociedade se enfraquece com o tempo.

Ação de rua em Viseu

Durante a passagem pela cidade, o candidato percorreu lojas e pastelarias numa noite fria, contactando com residentes. Em conversa rápida, houve reconhecimento de figura pública, com o almirante respondendo de forma simples. Houve uma breve reunião no Hospital de São Teotónio antes de seguir para Castro Daire.

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