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Hungria concede asilo a antigo ministro da Justiça polaco

A Hungria concedeu asilo ao antigo ministro da Justiça polaco Zbigniew Ziobro, agravando a ruptura entre Varsóvia e Budapeste e elevando as tensões com o Governo polaco

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Zbigniew Ziobro afirma ser vítima de uma caça às bruxas política
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  • A Hungria concedeu asilo a Zbigniew Ziobro, antigo ministro da Justiça da Polónia, alegando perseguição política no país.
  • Ziobro afirmou, na X, ter pedido também asilo para a esposa, dizendo ter sido alvo de repressões políticas na Polónia.
  • O Governo polaco pró-UE, liderado por Donald Tusk, prometeu levar à justiça figuras do PiS acusadas de irregularidades.
  • O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro confirmou que Budapeste aprovou alguns pedidos de asilo de cidadãos polacos, sem identificar Ziobro.
  • A medida segue-se a casos semelhantes, incluindo o asilo de Marcin Romanowski em 2024, e faz parte de divergências entre Hungria e Polónia sobre o Estado de direito.

A Hungria concedeu asilo a Zbigniew Ziobro, antigo ministro da Justiça da Polónia, anunciando uma aposta de Budapeste num afastamento maior entre Varsóvia e a capital húngara. A confirmação surgiu após Ziobro dizer ter pedido proteção ao governo húngaro, alegando perseguição política na Polónia.

Ziobro é figura central de reformas judiciais no governo anterior do PiS, alvo de investigações por uso indevido de fundos para vítimas de crime e pela aquisição do Pegasus, apontada como forma de vigiar opositores. A Polónia vem buscando levá-lo a tribunal.

A Hungria informou ter aceitado pedidos de asilo de cidadãos polacos, sem identificar Ziobro, durante uma conferência de imprensa em que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Peter Szijjártó, participou. O governo húngaro afirmou que no país há relatos de perseguição política.

Reações e contexto

Em Varsóvia, o executivo pró-UE liderado por Donald Tusk reagiu prometendo levar à justiça figuras do PiS envolvidas em irregularidades, mantendo o foco no Estado de direito. Tusk acusações de perseguição política não foram detalhadas pela Hungria nas comunicações oficiais.

Ziobro, que já foi procurador-geral, sustenta que enfrenta uma caça às bruxas política, afirmando que investigações lançadas contra pessoas próximas de Tusk teriam motivação política. O caso acentuou a tensão entre os dois países.

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