- O candidato João Cotrim Figueiredo afirmou que as ameaças dos EUA à Gronelândia constituem um enorme desafio à coesão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e podem, inclusive, ser a sua sentença de morte.
- A mensagem foi proferida após um almoço fechado com o embaixador da Dinamarca em Portugal, Lars Steen Nielsen, em Lisboa.
- Considerou ainda que as mesmas ameaças representam um grande desafio à capacidade militar da União Europeia, que, segundo ele, não está preparada para enfrentar os EUA devido a décadas de desinvestimento.
- Defende que Portugal deve preparar-se enquanto país soberano e enquanto membro da OTAN e da União Europeia.
- Relembrou que trouxe o tema para a campanha eleitoral de 18, destacando que, nas próximas semanas da segunda volta, o assunto estará na ordem do dia. Também mencionou encontros com o embaixador dos EUA em Portugal e que algumas evoluções geopolíticas podem colocar os interesses de Portugal, da UE e da OTAN num dilema.
O candidato presidencial João Cotrim Figueiredo afirmou que as ameaças dos Estados Unidos à Gronelândia representam um desafio decisivo à coesão da NATO e podem colocar em risco a aliança. A declaração foi feita após um almoço fechado com o embaixador da Dinamarca em Portugal, Lars Steen Nielsen, em Lisboa.
Cotrim Figueiredo explicou que estas ameaças afetam também a capacidade de atuação da União Europeia, que, segundo ele, não está preparada para enfrentar militarmente os EUA após décadas de desinvestimento. O candidato sustenta que, por mais que a Europa queira, não dispõe de cartas suficientes para reagir de forma eficaz.
O ex-líder da Iniciativa Liberal reiterou que o tema é urgente e que deve constar na agenda da campanha. Acrescentou que, nas três semanas da segunda volta, o tema estará em foco, destacando a importância do assunto para Portugal, a UE e a NATO.
Ao lado do embaixador dinamarquês, Cotrim Figueiredo mencionou encontros com o embaixador dos EUA em Portugal, assinalando que evoluções geopolíticas podem colocar em risco os interesses de Portugal, da UE e da NATO. O candidato questionou o equilíbrio entre alianças e soberania nacional.
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