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Ambição de Trump pela Groenlândia pode afetar a NATO

A possível anexação da Gronelândia por parte dos EUA coloca a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) numa crise sem precedentes entre aliados

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Tanto os EUA como a Gronelândia pertencem à NATO
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocou a Gronelândia entre as prioridades de segurança nacional, sugerindo a aquisição do território dinamarquês.
  • Trump não exclui a possibilidade de usar força militar para alcançar esse objetivo.
  • A ideia coloca a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) numa posição inédita, dado que ambos os países que integram a aliança – EUA e Dinamarca – estariam envolvidos.
  • No dia quatro de janeiro, Trump afirmou que haveria uma discussão sobre a Gronelândia dentro de cerca de 20 dias.
  • O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, disse que o território não está à venda, enquanto o secretário de Estado, Marco Rubio, indicou que a opção preferida seria a compra.

O tema da Gronelândia voltou a colocar as atenções sobre a política externa de Donald Trump, com o presidente a considerar a ilha do Ártico como uma prioridade de segurança nacional. A ideia envolve a possível aquisição do território dinamarquês, com referências ao uso da força militar como opção. A situação levanta questionamentos sobre o papel da NATO, dada a participação dos EUA e da Dinamarca na aliança.

No dia 4 de janeiro, Trump avançou a mensagem de que haverá discussões sobre a Gronelândia dentro de cerca de 20 dias. A comunicação ocorreu num contexto de declarações sobre a viabilidade de uma compra, segundo fontes da administração norte‑americana.

O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, já respondeu que a maior ilha do mundo não está à venda, afastando a hipótese de negociação sobre a cessão de território. O episódio permanece sem confirmação oficial de um acordo ou de uma posição formal do governo dinamarquês.

Implicações para a NATO

A situação coloca a aliança num contexto inédito, dado que tanto os Estados Unidos como a Dinamarca são membros. Perante declarações sobre possível aquisição e uso da força, analistas apontam para desafios em manter a coesão da NATO e a estabilidade regional no Ártico. Não há anúncio de medidas concretas por parte de aliados.

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