- Reunião na Casa Branca com Donald Trump, Marco Rubio e executivos de grandes empresas petrolíferas a discutir o futuro da indústria petrolífera da Venezuela.
- Trump afirmou que os EUA quiseram adiantar-se a China e a Rússia, assegurando que estavam abertos a negociações.
- Disse que a Venezuela já entregou trinta milhões de barris de petróleo aos EUA, no valor de cerca de três mil milhões de euros, e que há acordo para refinar e vender até cinquenta milhões de barris, indefinidamente.
- A retoma será sustentada por investimento de oitenta e seis mil milhões de euros das grandes petrolíferas para reconstruir capacidade e infraestrutura, com proteção do governo.
- Maria Corina Machado pode visitar a Casa Branca na próxima semana e ter papel na governação da Venezuela; Trump indicou que uma ganhadora do Nobel da Paz pode vir a envolvê-la.
O jantar de sexta-feira na Casa Branca reuniu Donald Trump, Marco Rubio e executivos de grandes petrolíferas, incluindo Chevron e Repsol. O foco foi o futuro da indústria petrolífera venezuelana e a intenção norte‑americana de adiantar pretensões de China e Rússia.
Trump afirmou que, se não houvesse ação dos EUA, Pequim ou Moscovo teriam avançado. A intenção não foi descrita como hostil, mas como uma posição estratégica para evitar que terceiros ganhem espaço.
O Presidente indicou que a Venezuela já enviou 30 milhões de barris aos EUA, num valor próximo de 3 mil milhões de euros, com entrega em curso e um acordo futuro sem prazo definido.
A Venezuela já aceitou iniciar a refinação e venda de até 50 milhões de barris, num processo que deverá manter-se por tempo indefinido, com o objetivo de recuperar parte da indústria petrolífera.
Trump mencionou investimento de grandes empresas petrolíferas, estimado em 86 mil milhões de euros, para reconstruir capacidade e infraestrutura associadas ao setor, garantindo proteção governamental para retorno financeiro.
Avanços políticos e contactos com a Venezuela
O Presidente confirmou que Maria Corina Machado poderá visitar a Casa Branca na próxima semana, para encontros com representantes venezuelanos, incluindo alguns no poder, que são considerados aliados pelo governo norte‑americano.
A estratégia é apresentada como uma relação positiva com quem governa o país, mantendo a oposição à presença russa na Venezuela, segundo Trump. A posição sobre atuação de Moscovo foi reiterada.
Trump mencionou também a possibilidade de participar na governação venezuelana de uma jovem premiada com o Nobel da Paz, sem detalhar funções ou prazos, e afirmou que poderá falar com ela em breve.
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