- O PCP do Alentejo anunciou que os seus eleitos autárquicos não vão participar nas eleições para a CCDR do Alentejo, marcadas para segunda-feira.
- Os comunistas criticam um suposto “negócio” entre PSD e PS na escolha do novo presidente, dizendo que a nova estrutura centraliza o poder e restringe a participação democrática.
- A eleição de Ricardo Pinheiro, socialista, para presidente do CCDR do Alentejo é apontada como exemplo de processo anti-democrático.
- O Chega já tinha anunciado que os seus autarcas vão abster-se ou votar nulo ou em branco, em protesto contra a forma como decorre a eleição.
- Desde 2020, os presidentes das CCDR são eleitos por autarcas e deputados municipais, com cinco vice-presidentes nomeados pelo Governo; PCP e Chega defendem falta de transparência e recusam participar.
O PCP do Alentejo anunciou que os seus eleitos autárquicos não vão participar nas eleições para a CCDR do Alentejo, marcadas para segunda-feira. O PSD e o PS são citados como parte de um alegado negócio na escolha do presidente. O comunicado acusa centralização de poder e menos participação democrática.
Os comunistas afirmam que a nova organização da CCDR transforma os organismos em instrumentos do Governo. O exemplo apontado é a eleição do socialista Ricardo Pinheiro para presidente, considerada antidemocrática pelo PCP.
O Chega já tinha indicado que os seus autarcas vão abster-se ou votar nulo ou em branco. O objetivo é protestar contra a forma como decorre a eleição na CCDR.
Contexto institucional
Desde 2020, o presidente da CCDR é escolhido por autarcas e deputados municipais. Ainda há cinco vice-presidentes nomeados pelo Governo para áreas estratégicas, o que é criticado pela oposição.
As duas formações defendem que o processo carece de transparência. Mantêm a posição de não participar nas votações agendadas para a CCDR do Alentejo.
Entre na conversa da comunidade