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Dinamarca reforça presença militar na Gronelândia

Dinamarca reforça presença militar na Gronelândia e insiste numa maior participação da NATO no Ártico, em encontro entre EUA, Dinamarca e Gronelândia

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Primeiro-ministro da Gronelândia prefere Dinamarca aos EUA numa crise geopolítica
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  • A Dinamarca vai reforçar a presença militar na Gronelândia e aumentar exercícios da NATO no Ártico.
  • As declarações foram divulgadas por escrito pelo vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, minutos antes de um encontro na Casa Branca.
  • O encontro em Washington reúne responsáveis gronelandeses, dinamarqueses e norte-americanos para discutir o futuro do território autónomo dinamarquês.
  • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem manifestado interesse na Gronelândia, por considerar estratégica a ilha para a defesa americana.
  • O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, disse que o Governo da ilha optaria pela Dinamarca face aos Estados Unidos; a ilha é autónoma desde 1979.

A Dinamarca vai reforçar a presença militar na Gronelândia, território autónomo, e também aumentar a participação da NATO no Ártico. A informação foi publicada pelo vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, por escrito, à agência France-Presse (AFP).

Poulsen afirmou que o reforço da presença militar na Gronelândia continuará, e que a Dinamarca insistirá em mais exercícios e numa presença acrescida da NATO na região ártica. A declaração foi divulgada pouco antes de um encontro em Washington, entre autoridades gronelandesas, dinamarquesas e norte-americanas.

Encontro em Washington

O encontro, que acontece na Casa Branca, será presidido pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, e contará com o secretário de Estado, Marco Rubio. A Gronelândia é tema central do diálogo entre os três governos, com foco na soberania, segurança e interesses estratégicos na região.

O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, já afirmou que o governo da ilha escolheria a Dinamarca em caso de opção entre Dinamarca e EUA. Nielsen participa em Washington, acompanhado pelo ministro dinamarquês dos Negócios Estrangeiros, Lars Løkke Rasmussen, e pela conselheira de Negócios Estrangeiros da Gronelândia, Vivian Motzfeldt.

A Gronelândia é um território autónomo dinamarquês desde 1979 e pode alcançar a independência conforme a Lei da Autonomia de 2009, mediante decisão do governo e do povo. A ilha, com cerca de 56.600 habitantes, é a maior do mundo por extensão e possui recursos naturais significativos, como terras raras, petróleo e gás.

A notícia ocorre em contexto de pressão geopolítica pela região, onde Washington tem interesse estratégico na defesa dos Estados Unidos. A Dinamarca reforça a cooperação com a NATO para manter a estabilidade e a presença ali situada, numa altura em que as disputas por recursos naturais e rotas de transporte ganham projeção internacional.

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