- O número de mortos nos protestos no Irão atingiu 466, segundo a ONG Human Rights Activists News Agency, citada pela Reuters.
- As manifestações, iniciadas em dezembro, cresceram em intensidade e colocam em causa o regime islâmico de Teerão.
- Além dos mortos, as autoridades iranianas detiveram milhares de pessoas e implementaram bloqueio total de internet e rede móvel.
- As informações indicam que o Governo dos EUA está a estudar uma resposta militar, com encontros preliminares já realizados, e Trump deverá ser informado sobre opções.
- O Irão garantiu que irá retaliar caso haja ataque norte-americano.
O Irão enfrenta uma vaga de protestos que começou em dezembro, com foco na situação económica e política do país. A contagem de mortos aumentou para 466, segundo a ONG Human Rights Activists News Agency, citada pela Reuters.
As manifestações já ultrapassaram a contagem inicial de cerca de 200 mortos, refletindo a repressão observada contra os manifestantes. Além das mortes, as autoridades teriam detido milhares de pessoas envolvidas nas confrontações.
O regime iraniano tem [bloqueado total de internet e rede móvel] para controlar os protestos. As autoridades justificam as medidas como essenciais para manter a segurança pública.
Contexto internacional
Estados Unidos estudam, segundo o Wall Street Journal, a possibilidade de um ataque ao Irão. Reuniões preliminares já decorreram, com Donald Trump a ser informado sobre opções. O Irão ameaça retaliar caso haja uma ofensiva norte-americana.
Entre na conversa da comunidade