- A Venezuela anunciou, nas próximas horas, a libertação de um “número significativo” de cidadãos venezuelanos e estrangeiros detidos, em gesto unilateral de paz.
- O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, explicou que a decisão não foi acordada com outros partidos e visa uma convivência pacífica.
- Rodríguez afirmou que o total de libertados será divulgado nas próximas horas e agradeceu a mediação de Zapatero, Lula da Silva e do Governo do Qatar.
- O ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, José Manuel Albares, confirmou que entre os libertados há quatro cidadãos espanhóis.
- A libertação é apresentada como parte de uma iniciativa do “governo bolivariano” em articulação com as instituições do Estado.
A Venezuela libertará nas próximas horas um “número significativo” de presos, incluindo cidadãos venezuelanos e estrangeiros, anunciou hoje o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O gesto é descrito como unilateral e não foi acordado com outros partidos.
Rodríguez explicou que a medida visa promover a convivência pacífica e que a libertação decorre da articulação entre o governo bolivariano e as instituições do Estado. O total de libertados será divulgado em breve.
A título de contexto, a libertação é apresentada como um gesto de paz com mediação internacional. Entre os nomes mencionados estão o ex-Presidente espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, o Presidente do Brasil, Lula da Silva, e o Governo do Qatar, segundo o chancelerado venezuelano.
Detalhes sobre os envolvidos
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares, confirmou num programa televisivo que quatro cidadãos espanhóis integram o grupo que será libertado pela Venezuela.
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