- O grupo criminoso montou um laboratório industrial para produção de anfetaminas e transformação de cocaína numa empresa com sede no Tagus Valley, em Abrantes, para exportar droga para Espanha e Países Baixos.
- Os acusações de maio deste ano apontam a participação de Geert Caers, Reinier de Jong, Benny Falk e Michael Sorensen.
- Em dois mil e vinte e dois, os arguidos criaram a Polyfarchemi, montando um site cujo conteúdo foi copiado integralmente de uma empresa norte-americana do setor químico, para parecer sólido e reputado.
- O objetivo era dar aparência de legitimidade no mercado internacional e afastar suspeitas.
O grupo criminoso alegadamente montou um laboratório industrial para a produção de anfetaminas e transformação de cocaína numa empresa com sede no Tagus Valley, em Abrantes. A acusação de maio deste ano descreve a operação.
Estão identificados os suspeitos Geert Caers, Reinier de Jong, Benny Falk e Michael Sorensen. São apontados como responsáveis pela rede que geriu o laboratório e a exportação de droga.
A operação terá começado em 2022, altura em que foi criada a empresa Polyfarchemi. Os promotores indicam que a empresa utilizou um site cuja reprodução foi integral de uma empresa norte-americana do setor químico.
Segundo a acusação, a droga produzida era destinada à exportação para Espanha e para os Países Baixos. A estratégia visava alcançar mercados internacionais sem levantar suspeitas.
Para reforçar a aparência de solidez, os arguidos teriam criado a Polyfarchemi com a intenção de passar por uma empresa legítima no circuito internacional. O objetivo seria facilitar a entrada no mercado químico.
As autoridades não detalham nomeadamente a origem dos recursos ou o funcionamento operacional do laboratório. O caso permanece sob investigação, com o foco em desmantelar a rede e interromper o fluxo de droga.
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