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Homicidas de empresário de Loulé entram na lista de procurados da Interpol

Após o homicídio de Ricardo Claro, dois suspeitos permanecem foragidos; mandados de captura internacionais emitidos pela Interpol, com Brasil como destino provável

Ricardo Claro
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  • Dois suspeitos permanecem em fuga e são procurados pela Interpol: Jonathan Araújo e Paulo de Sousa, ligados ao homicídio de Ricardo Claro no Algarve.
  • Já foram emitidos mandados de captura internacionais, e os nomes dos suspeitos constam na lista de procurados da Interpol.
  • Ricardo Claro, de cinquenta anos, era diretor financeiro do restaurante de luxo Well, em Vale de Lobo, e foi encontrado morto após ter estado num jantar na casa da mãe em Faro.
  • A vítima foi encontrada com pulsos e tornozelos amarrados e, segundo a autópsia, apresentava várias lesões e poderá ter estado na bagageira de um veículo antes de ser morto a pancadas. Também houve furto de cerca de trinta mil euros em cartões e dinheiro do cofre do restaurante.
  • Rogério, brasileiro de trinta e nove anos que mantinha relação com Ricardo, admitiu ter sido o isco, mas não teve envolvimento na morte; o fosse desfecho resultou em prisão preventiva para Rogério, que também é indiciado por homicídio qualificado.

Foi emitida uma alerta internacional sobre dois homicidas envolvidos no caso brutal do empresário Ricardo Claro, em Algarve. Mandados de captura internacionais já foram emitidos, e os nomes Jonathan Araújo e Paulo de Souza integram a lista da Interpol. O crime ocorreu há quase três meses, com os suspeitos já a caminho do Brasil após o ato.

Ricardo Claro, gestor de 50 anos e diretor financeiro do restaurante de luxo Well, em Vale de Lobo, desapareceu após um jantar na casa da mãe, em Faro. A investigação aponta que foi atraído por Rogério, um homem de 39 anos também brasileiro que trabalhava para ele e com quem mantinha relação próxima.

Rogério assumiu ter sido o isco, mas negou envolvimento na morte. O tribunal manteve-o em prisão preventiva, sob indícios de homicídio qualificado. O corpo de Claro foi encontrado num terreno baldio, com pulsos e tornozelos amarrados, após horas na bagageira do veículo.

Segundo a autópsia, o empresário sofreu múltiplas lesões e fraturas, antes de ser alvo de agressões por pancada. A investigação aponta que, antes da morte, os criminosos acederam a códigos de cartões e ao cofre do restaurante, que continha cerca de 30 mil euros.

A perícia indica que Claro foi mantido na bagageira durante aproximadamente três horas, antes de o grupo confirmar o acesso ao dinheiro. Em seguida, o homicídio terá ocorrido, concluindo o crime de forma violenta.

As autoridades explicam que, poucas horas após o crime, os suspeitos viajaram para o Brasil, mantendo-se em fuga. Os nomes de Araújo e de Souza já estão entre os procurados pela Interpol, enquanto Rogério permanece sob investigação e coopera com as autoridades.

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