- Capitão da Guarda Nacional Republicana (GNR) detido por alegado envolvimento numa rede de tráfico de droga em Fafe é alvo de interrogatório.
- O capitão disse à mulher para limpar o telemóvel, segundo a divulgação do caso.
- Vai ser julgado juntamente com o irmão e a mulher.
- A matéria integra a segunda parte do programa Doa A Quem Doer.
- O caso também envolve denúncias e desdobramentos que têm impactado outras figuras públicas associadas ao inquérito.
O capitão da GNR detido por alegado envolvimento numa rede de tráfico de droga em Fafe prestou depoimento, no qual alegou ter pedido à companheira para limpar o telemóvel. A revelação integra o interrogatório efetuado no âmbito da investigação em curso.
Segundo fontes próximas do caso, o militar mantém o foco da investigação sobre a possível participação na rede que operava na região de Fafe, no distrito de Braga. O processo envolve ainda outras pessoas ligadas à mesma investigação.
A investigação prossegue com base em diligências da Polícia Judiciária e da própria GNR. Os investigadores aguardam novos elementos que possam esclarecer o papel do capitão no suposto esquema de tráfico de droga.
Juízo e próximos passos
A defesa do capitão, assim como a do irmão e da esposa, está já a preparar argumentos para o julgamento, que deverá ocorrer nos tribunais competentes. O caso mantém-se em segredo de justiça, com informações oficiais ainda limitadas.
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