- O advogado do irmão de Nininho Vaz Maia afirma que as polícias agiram no exercício das suas funções.
- Mário Vaz Maia integra um grupo de quinze polícias e um segurança de discoteca detidos no caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa.
- O processo envolve alegações de tortura e violações na esquadra, com as detenções já realizadas.
- As medidas de coação deverão ser conhecidas na segunda-feira.
Mário Vaz Maia, advogado do irmão de Nininho Vaz Maia, afirma que as polícias envolvidos atuaram no exercício das suas funções. A declaração surge no contexto do caso que envolve uma detenção na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa.
O grupo detido inclui 15 agentes de polícia e 1 segurança de uma discoteca, segundo informações relacionadas com o processo de alegadas torturas e violações na esquadra. A notícia indica que o caso envolve condutas no ativo serviço policial.
As autoridades responsáveis indicam que as medidas de coação deverão ser conhecidas na segunda-feira, após decorrerem diligências de investigação. O local dos factos permanece identificado como a esquadra da PSP do Rato, em Lisboa.
Contexto do caso
A defesa de um dos detidos sustenta que os agentes agiram compativelmente com as suas funções, em linha com o que referiu o advogado. O inquérito encontra-se em curso, com diligências em curso para esclarecer o que aconteceu.
Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre as provas reunidas ou sobre eventuais acusações formais, mantendo-se a expectativa de mais informações oficiais ao longo da próxima semana.
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