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PJ não descarta que obras de P. e M. recuperadas pertençam a grupo criminoso

PJ não descarta que obras de Picasso e Miró apreendidas em Penalva do Castelo possam pertencer a organização criminosa; investigação em curso

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  • A Polícia Judiciária apreendeu quase 300 obras de arte na casa de um americano que morreu em 2024 em Penalva do Castelo.
  • Entre as peças estão obras de Picasso e Miró; as obras estavam prestes a ser vendidas pelo mordomo da residência.
  • A investigação procura apurar a origem das obras e não descarta ligação a atividades ilícitas, como branqueamento de capitais e tráfico de obras roubadas.
  • As obras estão a ser avaliadas por especialistas para determinar o valor e a origem, com possível relação a redes criminosas transnacionais.
  • A operação contou com colaboração internacional e a PJ mantém o caso sob sigilo, sem divulgar mais detalhes para não comprometer as diligências.

A Polícia Judiciária (PJ) não descarta a hipótese de que as obras recuperadas de Picasso e Miró possam pertencer a uma organização criminosa. A operação resultou na apreensão de quase 300 peças de arte na casa de um cidadão americano que faleceu em 2024, em Penalva do Castelo. As obras estavam prestes a ser vendidas pelo mordomo da residência.

A investigação, que permanece em curso, está a analisar a origem das peças e a verificar ligações com atividades ilícitas, incluindo branqueamento de capitais e comércio de obras roubadas. A PJ já aponta para a possibilidade de redes transnacionais estarem envolvidas no processo de aquisição e venda.

O proprietário da casa possuía uma coleção privada de obras de reconhecido valor histórico e artístico. A avaliação das peças está a ser realizada por especialistas para apurar o valor e a proveniência, numa linha de trabalho que pode implicar novas detenções ou apreensões.

Investigação em curso

A operação contou com a colaboração de entidades internacionais, dada a potencial ligação a redes criminosas transnacionais. O sigilo das diligências foi mantido para não comprometer o desenrolar do processo.

A PJ reforça a importância de combater o tráfico ilícito de obras de arte e de promover a preservação do património cultural, nacional e internacional. As autoridades não detalharam mais informações para não prejudicar o andamento das diligências em curso.

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