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Casa convertida em estufa de canábis era abastecida com energia furtada

Vivenda em Torres Vedras transforma-se em estufa de canábis abastecida com energia furtada; dois homens detidos com 398 plantas, a abastecer bancas de rua em Lisboa

PSP encontro quase 400 plantas de canábis na residência
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  • Dois suspeitos, com 42 e 43 anos, foram detidos em Torres Vedras pela PSP, após estarem a gerir uma estufa de canábis numa vivenda.
  • A residência, situada numa área residencial, tinha todas as divisões equipadas com iluminação, ventilação, desumidificadores e máquinas de secar, abastecidas por energia furtada.
  • Desde janeiro, a casa funcionava como estufa com 398 plantas de canábis distribuídas por quartos, salas e espaços comuns.
  • A ligação clandestina ao poste de eletricidade permitia reduzir custos e evitar sinais de consumo anormal, conforme apurado pela investigação.
  • Os produtores, residentes em Lisboa, abasteciam bancas de rua de droga em Lisboa e não mantinham ligações diretas com os consumidores; após o interrogatório, ficaram em prisão preventiva.

Dois homens transformaram uma vivenda em Torres Vedras numa estufa para cultivo de canábis, com todas as divisões ocupadas por equipamentos de cultivo. As plantas cresciam sob lâmpadas potentes, com sistemas de circulação e extração de ar, desumidificadores e máquinas de secar. O uso era exclusivo para produção de droga.

A operação, que envolveu a PSP, permitiu descobrir que o funcionamento começava pelo menos em janeiro. Cada divisão da casa continha várias plantas, ocupando o espaço com vasos dispostos por todo o piso e calor gerado pelos aparelhos.

Perante as autoridades, a prática de furtar energia elétrica ficou comprovada. A energia era recebida por uma ligação clandestina a um poste da rede pública, permitindo poupar na conta de luz e evitar indicadores de consumo anormal.

Detenção e contexto

A Guarda deteve os dois traficantes em flagrante na última segunda-feira, após cerca de quatro meses de investigação pela Divisão de Investigação Criminal de Lisboa da PSP. Um dos suspeitos já tinha antecedentes por tráfico.

Apesar de residentes em Lisboa, os dois deslocavam-se diariamente a Torres Vedras para tratar da droga, sem alarmar os vizinhos na vizinhança da casa. Os profissionais apuraram que não mantinham contacto direto com consumidores.

Rede de distribuição

Durante a investigação, ficou apurado que o fornecimento era feito a bancas de rua em Lisboa, não havendo ligações diretas entre produtores e clientes finais. As negociações decorriam de forma presencial para evitar trilhos digitais.

Após a detenção, os suspeitos foram conduzidos a tribunal e, no primeiro interrogatório judicial, ficaram em prisão preventiva.

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