- O Ministério Público pediu uma pena exemplar para o jovem português acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo o Massacre de Sapopemba, em São Paulo.
- Na leitura das alegações finais, o MP não indicou uma pena concreta para o colectivo de juízes considerar, alegando a importância e a extensão da matéria.
- A leitura do acórdão está marcada para 27 de maio, às 9 horas.
- O arguido responde por cerca de 200 crimes, incluindo homicídio qualificado na forma de instigação, várias tentativas de homicídio, pornografia de menores, coação agravada, incitamento ao suicídio, associação criminosa e maus-tratos a animais.
- Entre os casos em análise estão quatro ataques em escolas brasileiras, incluindo o Massacre de Sapopemba; os restantes três ataques teriam sido travados pelas autoridades.
O Ministério Público pediu uma pena exemplar para o jovem português acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo um ataque mortal, durante as alegações finais no Tribunal da Feira. A leitura do acórdão está marcada para 27 de maio, às 9 horas.
O caso envolve a alegada incitação de quatro ataques em escolas brasileiras. O mais grave refere-se ao Massacre de Sapopemba, em São Paulo, a 23 de outubro de 2023, quando um adolescente de 16 anos tirou a vida a uma colega de 17 e feriu outros três.
Além desse episódio, o julgamento contempla três ataques que teriam sido evitados pelas autoridades, envolvendo menores de 12, 13 e 14 anos, segundo as acusações apresentadas. O arguido responde por cerca de 200 crimes, entre eles homicídio qualificado por instigação, várias tentativas de homicídio, pornografia de menores e coação agravada.
Entre as acusações estão ainda incitamento ao suicídio, associação criminosa e maus-tratos a animais, entre outros ilícitos. A defesa e a acusação apresentaram as suas perspetivas ao longo da sessão, mantendo o foco nos factos relevantes para o caso.
A details do processo indicam que a conduta do arguido teria ligações com atividades suspeitas a partir de Santa Maria da Feira, Portugal, conforme as informações apresentadas no tribunal. O Ministério Público pediu uma resposta penal firme, tendo em conta a gravidade das acusações e a amplitude do crime.
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