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Brigada de Trânsito da GNR inicia com cerca de 1 300 efetivos

Brigada de Trânsito da GNR inicia com cerca de 1.300 efetivos, centralizando o comando nacional para atuação coordenada nos eixos rodoviários

GNR
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  • A Brigada de Trânsito da GNR vai ter, na fase inicial, cerca de 1.300 militares, o mesmo número de efetivos que hoje trabalham na área do trânsito.
  • O objetivo é criar um comando único a nível nacional, com uma hierarquia e disciplina unificadas.
  • O ministro da Administração Interna disse que a extinção da Brigada de Trânsito em 2007 dificultou a fiscalização contínua orientada para o risco.
  • O plano visa recuperar a capacidade de fiscalização especializada e melhorar a uniformidade e o controlo operacional do serviço de trânsito.
  • Os principais eixos rodoviários, redes complementares e autoestradas exigem uma atuação coordenada e uma única cadeia de decisão.

A Brigada de Trânsito da GNR vai abrir com cerca de 1.300 militares, o mesmo número de efetivos que hoje atuam na área. A informação foi confirmada pelo ministro da Administração Interna durante uma audiência na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. O objetivo é enfrentar a sinistralidade rodoviária com atuação coordenada.

Na fase inicial, os números devem manter-se próximos dos atuais, mas a organização sofrerá uma redução de distritos para um comando único a nível nacional. A ideia é ter uma estrutura de comando firme, com uma visão unificada da hierarquia e disciplina, para reforçar a eficácia do serviço de trânsito.

A extinção da Brigada de Trânsito em 2007 foi apontada como causa da perda de uma componente de fiscalização contínua e orientada para o risco. O Governo pretende recuperar essa capacidade, assegurando uma atuação uniforme e um controlo operacional robusto, sem afectar as competências já atribuídas à Polícia de Segurança Pública em áreas urbanas.

Estrutura de comando e objetivos

Os principais eixos rodoviários, assim como as redes complementares e as autoestradas, devem beneficiar de uma coordenação centralizada e de uma única cadeia de decisão. O ministro destacou que o plano da GNR será apresentado em breve, apontando para uma atuação integrada e orientada para o risco.

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