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Polícias não recebem indemnizações por ataques de traficantes

Comissário, chefe e agente da PSP foram atacados por traficantes; carros incendiados, família com proteção policial, mas o Estado não indemnizou por não aplicação de lei

Carro destruído por fogo, após ataques de traficantes
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  • Três agentes da PSP, responsáveis por investigações de combate ao tráfico de droga, foram atacados por criminosos que investigavam.
  • Os três tiveram os carros pessoais incendiados como forma de vingança.
  • O comissário Dennis, do Porto, foi obrigado a pedir proteção para a família.
  • A família de um dos polícias recebeu proteção policial.
  • O Estado não recorreu à lei que permite indemnização aos polícias, mesmo que os culpados não sejam apanhados.

Três agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) foram alvo de agressões por parte de criminosos durante investigações em curso. Os agressores atacaram os agentes, que trabalham no combate ao tráfico de droga, com o objetivo de interromper o trabalho de investigação.

Os três profissionais tiveram os seus veículos pessoais vandalizados e incendiados, numa tentativa de retaliar pela prossecução das investigações. O ataque ocorreu no decurso de operações ligadas ao tráfico de droga.

Entre os operacionais, encontra-se o comissário Dennis, destacado pelo serviço na cidade do Porto. Em virtude do ataque, o comissário solicitou proteção policial para a família, cuja situação ficou sob vigilância, com medidas de proteção adequadas.

Apesar das ameaças e do impacto na vida pessoal, o Estado não acolheu uma norma que prevê indemnizações em casos de ataques a agentes mesmo quando os responsáveis não são identificados. A situação mantém-se sem confirmação de reparação financeira.

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