- Cerca de 30 profissionais de saúde das equipas de dermatologia da Unidade Local de Saúde de Santa Maria foram intimados a repor quase 4 milhões de euros por cirurgias fraudulentas realizadas entre janeiro de 2021 e março de 2025.
- As cirurgias fraudulentas chegaram a valiar quase um milhão de euros, mas o Correio da Manhã apurou que o valor pedido pelo hospital aos profissionais é significativamente mais elevado.
- O principal devedor é o médico Miguel Alpalhão, que deu origem a uma averiguação da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).
- Sozinho, Miguel Alpalhão pode ter de pagar cerca de 700 mil euros.
- A investigação envolve várias pessoas e está em curso, com o foco na responsabilidade dos profissionais na realização das cirurgias.
As equipas de dermatologia da Unidade Local de Saúde (ULS) de Santa Maria podem ter de devolver perto de 4 milhões de euros. O valor corresponde às cirurgias realizadas entre janeiro de 2021 e março de 2025, consideradas fraudulentas numa inspeção.
Cerca de 30 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, integram as equipas envolvidas no alegado esquema. A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) deu início à averiguação que originou o pedido de reposição financeira.
O principal devedor é o médico Miguel Alpalhão, que esteve na origem da averiguação. Conforme o Correio da Manhã, este será responsável por cerca de 700 mil euros. O CM também indica que o montante exigido aos profissionais é superior ao valor das cirurgias realizadas.
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