- Um cadáver de um recém-nascido foi encontrado de madrugada por um funcionário de uma empresa de gestão de resíduos em Cascais, durante a triagem do lixo.
- É o segundo feto encontrado na empresa em sete meses; o caso anterior ocorreu em setembro no Ecoparque de Trajouce.
- Os resíduos recolhidos provêm de vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa e são triados na instalação de Cascais.
- A PSP esteve no local, mas a investigação ficou a cargo da Polícia Judiciária, que tenta apurar as circunstâncias do depósito do feto no lixo.
- A complexidade da investigação deve-se ao facto de os resíduos terem sido encaminhados de vários concelhos ao longo de vários dias.
O cadáver de um recém-nascido foi encontrado na madrugada de quinta-feira por um funcionário de uma empresa de gestão de resíduos em Cascais, durante a triagem do lixo recolhido em vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa. A descoberta ocorreu num tapete rolante utilizado na separação de resíduos.
Os trabalhadores alertaram as autoridades após confirmar tratar-se de um corpo. A PSP compareceu ao local, mas a investigação ficou a cargo da Polícia Judiciária, que tenta apurar as circunstâncias do depósito do feto, num sistema de resíduos que agrega material de vários concelhos.
Este é o segundo caso em sete meses na mesma empresa. Em setembro do ano passado, já tinha sido encontrado um recém-nascido com cordão umbilical no Ecoparque de Trajouce, também sob investigação pela PJ.
Desenvolvimento da investigação
A Polícia Judiciária está a coordenar diligências para identificar a origem do feto e o momento do depósito. Além de entrevistas e perícias, serão analisadas imagens de videovigilância e informações de serviços de saúde locais.
Não há ainda informações disponíveis sobre a identidade da mãe nem a causa da morte. A PJ mantém o caso sob sigilo processual, sem indicar eventuais suspeitos ou linhas de investigação adicionais.
Entre na conversa da comunidade