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Paquistão: polícia destrói campos de papoulas do ópio

Polícia paquistanesa destrói campos de papoila-do-ópio numa região tribal perto da fronteira afegã, enquanto agricultores apontam pobreza como motivo

Nesta foto tirada na sexta-feira, 19 de março de 2010, um agricultor trabalha num campo de papoilas em Marjah, Afeganistão
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  • A polícia paquistanesa destruiu campos de papoila-do-ópio numa região tribal do noroeste, no distrito de Mohmand, junto à fronteira com o Afeganistão.
  • A operação antidroga envolveu cortar e arrancar plantas ao longo de vários hectares com paus.
  • Imagens mostram polícias e moradores a remover as plantas durante a operação.
  • As autoridades dizem que a campanha visa travar a produção de droga.
  • Agricultores locais afirmam depender do cultivo devido à pobreza e à falta de serviços básicos, alertando que culturas alternativas rendem menos.

O polícia paquistanesa destruiu campos de papoila-do-ópio numa região tribal do noroeste do Paquistão, numa operação antidroga. A ação ocorreu em Mohmand, junto à fronteira com o Afeganistão.

Agentes cortaram e arrancaram plantas ao longo de vários hectares, com paus, num esforço de travar a produção de droga. As imagens oficiais mostram também civis a acompanhar a operação e a observar o processo.

As autoridades dizem que a campanha visa reduzir o cultivo ilegal de opiáceos na área. No entanto, agricultores locais asseguram que recorrem à papoila por necessidade econômica devido à pobreza, com alternativas de cultivo que rendem menos.

Contexto

  • Os agricultores defendem que a região carece de serviços básicos e de apoio econômico, o que condiciona as escolhas de cultivo.
  • O governo paquistanês tem intensificado ações antidroga em áreas fronteiriças, visando cortar fluxos de narcóticos para a região.

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