- Os casuals são apontados como o maior risco no futebol, movidos por ódio aos rivais e com capacidade de recrutar jovens sem passarem pelas claques tradicionais.
- Vestem-se de preto, não usam adereços dos clubes e tentam fugir ao controlo policial, inspirando-se nos hooligans, mas com maior secretismo entre os membros.
- Para evitar o enquadramento da polícia, viajam para os jogos em pequenos grupos e em viaturas próprias, percorrendo depois o trajeto até ao estádio, muitas vezes a pé, para provocar conflitos.
- Na maioria dos casos são interceptados pela Polícia de Segurança Pública antes de qualquer violência, embora haja incidentes que não consigam evitar.
- Os maiores grupos concentram-se em Lisboa, associados ao Benfica e ao Sporting, com presença também no FC Porto, Sp. Braga e V. Guimarães; têm centenas de membros e nem todos dependem de terceiros para obter bilhetes.
Os casuals são hoje considerados o maior risco no futebol em Portugal. Movem-se por ódio extremo aos rivais e já recrutam diretamente jovens sem passar pelas claques tradicionais.
Caracterizam-se pelo secretismo dos membros, vestem-se de preto e evitam adereços dos clubes. Viajam em pequenos grupos, muitas vezes com viaturas próprias, para escapar ao controlo policial.
Ao chegarem aos estádios, percorrem o trajeto até ao recinto a pé e provocam confrontos. A PSP consegue intervir na maioria das situações antes da violência, mas admite falhas.
Distribuição e organizações
Os maiores grupos estão em Lisboa, associados a Benfica e Sporting. Existem também em FC Porto, Sp. Braga e V. Guimarães, com dezenas a centenas de elementos.
Não há números concretos, mas o movimento tem várias centenas de membros em Portugal. Muitos são sócios de clubes e têm acesso anual a bilhetes sem depender de terceiros.
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