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Recluso da PJ do Porto partiu o nariz a guarda da cadeia

Recluso da Polícia Judiciária do Porto ataca guarda com mata leão na cadeia, parte o nariz ao agressor, está detido e à espera de extraditado, cadeia reforça segurança.

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  • Um recluso da Polícia Judiciária do Porto agrediu um guarda da cadeia com um mata leão, partindo-lhe o nariz.
  • O agressor encontra-se detido à espera de ser extraditado; foi colocado em isolamento preventivo e a cadeia reforçou as medidas de segurança.
  • O guarda foi assistido no local e encaminhado a um centro de saúde; encontra-se estável e a receber acompanhamento psicológico.
  • A Polícia Judiciária do Porto investiga o incidente e serão tomadas as medidas disciplinares cabíveis; a direção da cadeia afirma que a situação está a ser averiguada.
  • O recluso tem antecedentes criminais por diversos crimes; a direção reforçou a segurança após o ocorrido.

O recluso da Polícia Judiciária do Porto agrediu um guarda da cadeia, partindo-lhe o nariz com um mata-leão. O incidente ocorreu na manhã de hoje na cadeia do Porto, durante o exercício das funções do oficial. O agressor encontra-se detido à espera de extraditação.

A vítima recebeu assistência no local e foi encaminhada a um centro de saúde, onde recebeu tratamento. O agressor foi imediatamente separado do guarda e as autoridades competentes foram notificadas para responder ao sucedido.

A Polícia Judiciária do Porto está a investigar as circunstâncias da agressão e a aplicar as medidas disciplinares cabíveis. O recluso já foi colocado em isolamento preventivo, e a cadeia reforçou as medidas de segurança para prevenir novos episódios.

Medidas e evolução da investigação

A direção da cadeia não divulgou declarações detalhadas, limitando-se a afirmar que a situação está a ser averiguada e que serão tomadas as medidas necessárias para assegurar a segurança de funcionários e reclusos. O guarda permanece estável e recebe apoio psicológico.

O recluso, com antecedentes criminais por vários crimes, permanece sob custódia enquanto aguarda o processo de extradição. As autoridades continuam a recolher informações para esclarecer as causas do ataque e eventual complicidade.

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