- Mulher reconhece o retrato falado da PJ do homem que a atacou há 30 anos, numa investigação relacionada com o suspeito de crimes violentos em Lisboa.
- As suspeitas apontam para o estripador de Lisboa, criminoso que aterrorizou a cidade na década de noventa.
- A identificação do suspeito resultou de uma combinação de retratos falados, testemunhos e análises de DNA, com uma sobrevivente a prestar colaboração fundamental.
- A investigação está em curso para confirmar se o homem identificado é o mesmo autor dos crimes há três décadas, com apelo à colaboração de testemunhas.
- O caso permanece entre os mais marcantes da criminalidade em Lisboa, com as autoridades a manterem a prioridade de capturar o criminoso e fazer justiça às vítimas.
O retrato robot elaborado pela Polícia Judiciária levou uma mulher a reconhecer o homem que a atacou há 30 anos. A identificação integra uma investigação sobre uma série de crimes violentos em Lisboa, associados ao estripador da cidade.
A mulher, sobrevivente de um ataque, ajudou a traçar o perfil do suspeito com base em retratos falados, depoimentos e análises de DNA. A confirmação do rosto não significa prisão imediata, mas reforça a linha de investigação.
Investigação em curso
As autoridades trabalham para confirmar se o suspeito atual é o mesmo agressor que atuou há três décadas. Continuam a solicitar o depoimento de testemunhas e de vítimas que possam fornecer informações relevantes para esclarecer os crimes de Lisboa nos anos 90.
O caso do estripador de Lisboa permanece entre os mais marcantes da criminalidade local, com a polícia a manter o foco na captura do acusado e na entrega de justiça às vítimas e às respetivas famílias.
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