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Mulher reconhece retrato-robô; suspeitas ligam ao Estripador de Lisboa

Sobrevivente reconhece rosto do agressor num retrato-robot; investiga-se possível relação com o Estripador de Lisboa, responsável por cinco crimes em 1992

Estripador de Lisboa
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  • Em 1992, cinco mulheres foram encontradas mortas em Lisboa, em casos descritos como violentos e sádicos.
  • Uma sobrevivente reconheceu, numa fotografia robot da Polícia Judiciária, o rosto do homem que a espancou e esfaqueou há mais de 30 anos, sugerindo ligação ao estripador de Lisboa.
  • A vítima, então com 15 anos, tinha entrado na prostituição após dependência de droga; a agressão ocorreu no Restelo, na zona de mata com construção em ruínas, perto do meio-dia de 1 de novembro de 1992.
  • Ao longo de 1992, cinco homicídios de mulheres ligadas à prostituição e à toxicodependência foram registados em Lisboa; três desses casos são atribuídos ao mesmo presumível autor.
  • A investigação continua a apontar para o possível envolvimento do mesmo agressor nos homicídios cometidos naquele período.

Em 1992, Lisboa viveu uma vaga de assassinatos violentos que ceifou a vida de cinco mulheres ao longo de oito meses. As vítimas tinham em comum a prostituição e a toxicodependência, e três dos crimes foram atribuídos ao mesmo suspeito.

Uma sobrevivente reconheceu, numa fotografia robot da Polícia Judiciária, o rosto do homem que a agrediu há mais de 30 anos. Segundo a informação veiculada pela SIC Notícias, o reconhecimento aponta para a possibilidade de o suspeito ser o conhecido Estripador de Lisboa.

O episódio mais próximo ocorreu na noite de 1 de novembro de 1992, na zona do Restelo. A jovem, então com 15 anos, foi abordada por um homem que conduzia um carro branco e ofereceu-lhe 30 contos. Foi levada para uma mata com uma construção em ruínas, onde terá ocorrido o crime.

Ao longo de 1992, ocorreram cinco homicídios de mulheres em Lisboa, todos violentos e com traços de crueldade. As investigações indicaram o envolvimento do mesmo agressor na maioria dos casos, com foco nas circunstâncias de prostituição e dependência de droga das vítimas.

As autoridades seguem a examinar o reconhecimento e reavaliar as provas antigas, na investigação em curso. Não há confirmação oficial de que o suspeito seja o Estripador de Lisboa, nem de que haja uma ligação definitiva entre os casos.

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