- A Polícia Judiciária deteve, na Covilhã, dois homens suspeitos de sequestrar, roubar e extorquir uma mulher, no âmbito de um alegado esquema de branqueamento de capitais.
- A vítima terá fornecido quatro contas bancárias aos suspeitos para dissiparem dinheiro obtido com tráfico de estupefacientes e burlas informáticas, atuando como intermediária na circulação dos montantes ilícitos.
- Em determinado momento, a vítima, em conivência com os suspeitos, apoderou-se de uma quantia considerável de dinheiro que não devolveu, o que terá motivado o crime.
- Seguiu-se o sequestro e o roubo de equipamentos eletrónicos na residência da vítima; a vigilância policial permitiu identificar os suspeitos.
- Os detidos serão ouvidos no Tribunal do Fundão para o primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação, após uma busca domiciliária que resultou na apreensão de provas relevantes.
A Polícia Judiciária deteve na sexta-feira dois homens suspeitos de sequestrar, roubar e extorquir uma mulher na Covilhã, num caso ligado a um alegado esquema de branqueamento de capitais. A vítima terá fornecido quatro contas bancárias aos suspeitos para dissiparem dinheiro proveniente de crimes de tráfico de estupefacientes e burlas informáticas. O objetivo era facilitar a circulação dos montantes ilícitos.
Segundo a PJ, a mulher terá atuado em conivência com os suspeitos, apoderando-se de uma quantia elevada de dinheiro que não devolveu, o que motivou o crime. O sequestro e o roubo de equipamentos eletrónicos ocorreram na residência da vítima, no seguimento da investigação.
A investigação, conduzida pelo Departamento de Investigação Criminal da Guarda em articulação com o Departamento de Investigação e Ação Penal de Castelo Branco, envolveu vigilâncias que permitiram identificar os suspeitos. Foi cumprido um mandado de detenção, com uma segunda detenção em flagrante, e realizada uma busca domiciliária resultando em um relevante acervo de prova.
Detidos e próximo passo judicial
Os detidos vão ser ouvidos no Tribunal do Fundão para o primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação. A Polícia Judiciária não comenta detalhes adicionais, preservando a natureza do inquérito.
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