- A PSP de Vila Franca de Xira abriu um auto por abuso e simulação de sinais de perigo após uma chamada para uma desordem num restaurante, na segunda-feira.
- A denúncia dizia que oito indivíduos estavam exaltados e poderiam abandonar o local sem pagar; porém, o gerente informou que não existia urgência nem incumprimento por parte dos clientes.
- A PSP afirma que a chamada tinha como único objetivo usar a presença policial como dissuasão preventiva, sem crime em curso.
- A punição prevista para este tipo de crime é prisão até um ano ou multa até 120 dias.
- A PSP apela à utilização responsável das linhas de emergência para não comprometer respostas a emergências reais.
A PSP de Vila Franca de Xira abriu um auto de notícia por abuso e simulação de sinais de perigo após uma chamada para uma desordem num restaurante. A ocorrência foi comunicada na segunda-feira, em Vila Franca de Xira. O objetivo era deter um alegado grupo exaltado que poderia abandonar o local sem pagar.
Ao chegar ao restaurante, o gerente informou que não havia urgência, conflito nem histórico de incumprimento por parte dos clientes. A situação foi considerada inexistente, e não houve crime em curso. Ainda assim, a PSP avaliou a chamada como uso indevido de meios de emergência.
A polícia sublinha que a presença policial, desbandada para um caso sem fundamento, impede respostas a emergências reais e coloca vidas em risco. Simulação de sinais de perigo e abuso de chamadas são ilícitos criminais puníveis por lei.
A PSP apela a um uso responsável das linhas de emergência, para não comprometer a segurança pública nem a gestão eficiente dos recursos do Estado. A instituição reforça a necessidade de base factual em quaisquer acionamentos.
Uso responsável das linhas de emergência
A PSP afirma que os cidadãos e comerciantes devem evitar alarmismos injustificados, assegurando resposta adequada às situações verdadeiras. A nota pública encerra sem comentários adicionais.
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