- O maior diário em língua chinesa de Macau criticou o Governo por “fechar as portas ao público”.
- A crítica surge após o Governo ter terminado as conferências de imprensa trimestrais sobre relatórios de criminalidade.
- A notícia aponta que as conferências deixaram de decorrer, reduzindo a divulgação pública de dados de criminalidade.
- O jornal aponta impactos na transparência e no acesso da população a informações oficiais sobre segurança.
O maior diário em língua chinesa de Macau criticou hoje as autoridades por encerrarem as portas ao público, após o Governo ter terminado as conferências de imprensa trimestrais sobre relatórios de criminalidade. A comunicação foi feita em tom de oposição à decisão de tornar mais difícil a divulgação pública de dados sobre segurança.
Segundo o jornal, a medida reduz a transparência e a possibilidade de escrutínio público sobre as estatísticas de crime. A decisão foi anunciada pelo Governo sem, até ao momento, indicar alternativas específicas para divulgação de informações oficiais.
A notícia é acompanhada pela dúvida sobre o impacto para a imprensa e a população, uma vez que as conferências costumavam oferecer explicações diretas sobre flutuações nos índices de criminalidade e medidas de combate à criminalidade. A fonte é a agência Lusa.
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