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Detido por agressões, insultos e ameaças à avó com quem vivia há três meses

Detido por violência doméstica, homem de 20 anos proibido de contactar a avó de 64, com dispositivo de alerta instalado

Segundo a PSP, "a vítima já havia solicitado ajuda no final de 2025"
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  • Um homem de 20 anos foi detido pela PSP em Caldas da Rainha por violência doméstica contra a avó, de 64 anos, com quem vivia há cerca de três meses.
  • A detenção ocorreu no domingo, 8 de março, fora de flagrante, no âmbito de um mandado de detenção emitido pela investigação.
  • Na sequência do interrogatório judicial, foi-lhe aplicada a medida de afastamento e proibição de contactos com a vítima, bem como a instalação de um dispositivo de alerta.
  • A PSP descreve violência física, psicológica e ameaças, incluindo agressões, insultos, destruição de bens e pressões económicas, também em espaços públicos.
  • A vítima é considerada especialmente vulnerável; o homem vivia com ela desde o final de 2025, após ter estado com outro familiar em Lisboa, onde recebia acompanhamento psicológico, que agora se encontra interrompido.

Um homem de 20 anos foi detido na região de Caldas da Rainha, no âmbito de uma investigação de violência doméstica, e encontra-se proibido de contactar a avó, de 64 anos. A detenção ocorreu no dia 8 de março, fora de flagrante delito, mediante mandado de detenção.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) informou que o jovem esteve sob vigilância em investigação por prática reiterada de atos de violência contra a avó, com quem residia há cerca de três meses. Foi-lhe aplicada a medida de afastamento e de proibição de contactos, além da instalação de um dispositivo de alerta.

Segundo o comunicado, os factos indicam agressões físicas, injúrias e ameaças contra a vítima, bem como danos no interior da residência, incluindo a destruição de mobiliário. O suspeito exercia ainda pressão económica e patrimonial sobre a avó, em episódios ocorridos também em espaços públicos.

O caso envolve uma relação familiar em que o jovem dependia economicamente da avó. A residência atual mantinha-se desde o final de 2025, após período em Lisboa junto de outro familiar, onde era acompanhado em consultas psicológicas. O acompanhamento clínico foi abandonado, não se encontrando atualmente em tratamento.

A PSP acrescenta que a vítima já havia solicitado auxílio no final de 2025, solicitando que o neto recebesse apoio psicológico adequado. A avó foi classificada como vítima especialmente vulnerável no crime de violência doméstica, o que conferiu direitos e medidas de proteção adicionais.

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