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Tortura na PSP do Rato leva nove polícias à prisão preventiva

Mais seis agentes da PSP de Lisboa são investigados no caso de tortura na esquadra do Rato; nove polícias já se encontram em prisão preventiva

Ministério Público investiga alegações de tortura na esquadra do Rato, em Lisboa
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  • O Ministério Público acrescentou mais seis agentes da PSP de Lisboa envolvidos na investigação de tortura a detidos, toxicodependentes e sem-abrigo na esquadra do Rato.
  • Os novos suspeitos integram o Comando da PSP de Lisboa e já prestavam serviço naquela unidade.
  • Entre os investigados está uma mulher-polícia, a primeira mulher a constar no caso, e um chefe da PSP.
  • Já são nove os agentes em prisão preventiva no âmbito desta megainvestigação.
  • A notícia foi avançada pelo Expresso e confirmada pelo Correio da Manhã.

Mais seis agentes do Comando da PSP de Lisboa, que prestaram ou ainda prestam serviço na esquadra do Rato, foram envolvidos pelo Ministério Público (MP) na megainvestigação que investiga tortura a detidos, toxicodependentes e sem-abrigo naquela instalação policial. A notícia foi adiantada pelo Expresso e confirmada pelo Correio da Manhã.

Segundo os órgãos de comunicação social, entre os novos suspeitos está uma mulher-polícia, a primeira do caso, e um chefe daquela força de segurança. O MP esclarece que os procedimentos continuam em curso e que os investigados podem ainda ser chamados a depor.

O inquérito, que já contava com nove polícias em prisão preventiva, envolve o conjunto de suspeitas de prática de atos de tortura, maus-tratos e abusos cometidos dentro da esquadra do Rato, em Lisboa. As autoridades pretendem esclarecer a extensão dos acontecimentos.

Ainda não há informação oficial sobre eventuais detenções adicionais nem sobre os detalhes das acusações específicas, que deverão constar do inquérito em curso. O Ministério Público não comenta pormenores que possam comprometer a investigação.

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