- A Polícia Judiciária realizou dez buscas domiciliárias e uma nas instalações da casa mortuária do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, na operação chamada “Rigor Mortis”.
- As buscas visam alegadas situações de recebimento ou oferta indevida de vantagem por parte de funcionários da casa mortuária, conforme a PJ.
- A investigação foi desencadeada após denúncia de que funcionários recebiam contrapartidas monetárias pagas por diversas agências funerárias para anteciparem o levantamento de corpos.
- O presidente da Unidade Local de Saúde de Santa Maria disse estar a colaborar com as autoridades e a aguardar as conclusões da investigação, além de verificar internas situações potencialmente menos regulares.
A Polícia Judiciária realizou 10 buscas domiciliárias e uma nas instalações da casa mortuária do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, por fortes suspeitas de recebimento ou oferta indevidos de vantagem. A operação, batizada Rigor Mortis, foi desencadeada após uma denúncia.
A investigação aponta alegações de que funcionários da casa mortuária recebiam contrapartidas monetárias pagas por várias agências funerárias, para prepararem corpos de pessoas falecidas no meio hospitalar e agilizar o levantamento dos cadáveres.
O presidente da ULS Santa Maria afirmou que está a colaborar com as autoridades e a aguardar as conclusões da investigação em curso, acrescentando que, a nível interno, também está a verificar se existem situações menos regulares.
O caso envolve questões relacionadas com a gestão de serviços na morada hospitalar, com as buscas a decorrerem no âmbito de suspeitas de ilegalidades associadas ao processo de preparação de corpos e levantamento de cadáveres.
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