- O ex-adjunto do antigo ministro do Ambiente, Daniel Soares, foi detido após fuga à perseguição policial e cabeçada a um agente.
- Soares nega a versão policial e afirma que o comportamento dos agentes mudou assim que perceberam a sua homossexualidade.
- Alega que, inicialmente, os agentes foram cordiais, mas passaram a agir de forma agressiva quando revelou a sua orientação sexual.
- A detenção ocorreu durante uma perseguição que se seguiu a uma tentativa de abordagem; Soares terá resistido e desferiu uma cabeçada a um agente.
- A investigação está em curso; a polícia confirma a detenção e aguarda procedimentos legais, com o caso a levantar questões sobre tratamento de pessoas LGBTQ+ durante abordagens.
O ex-adjunto do antigo ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, Daniel Soares, foi detido após uma fuga a uma perseguição policial e uma cabeçada a um agente. O incidente ocorreu no âmbito de uma tentativa de abordagem policial e resulta na sua prisão, segundo comunicação oficial.
Soares afirma que a versão policial não corresponde aos factos. Aponta que o comportamento dos agentes mudou assim que perceberam a sua orientação sexual, alegando discriminação durante a atuação policial.
Conforme a narrativa apresentada por Soares, os agentes, que inicialmente contaram com “cordialidade”, teriam adotado uma postura agressiva após o anúncio da sua orientação. Alega que isso motivou a fuga e o confronto com o agente.
A polícia confirmou a detenção de Soares, que foi conduzido às autoridades competentes. A versão dele está a ser investigada, sem mais detalhes divulgados até ao momento.
A situação gerou controvérsia e trouxe à tona discussões sobre o tratamento de pessoas LGBTQ+ em operações de polícia, segundo o relato do ex-adjunto. Soares afirma ter sido vítima de discriminação, conforme os seus apontamentos.
As autoridades disseram que a investigação continua, com a apuração de todos os factos relevantes do incidente. Soares permanece em custódia, aguardando os procedimentos legais.
Entre na conversa da comunidade