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Acedem à conta de empresa de viagens e efetuam várias reservas sem autorização; arguidos por burla

Operação Ghost Trip investiga acesso ilegítimo a conta de empresa de viagens e diversas reservas não autorizadas, com prejuízo de 14 mil euros

Viagem
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  • Duas pessoas foram constituídas arguidas por acederem sem autorização à conta de uma empresa de viagens e efetuarem várias reservas não autorizadas.
  • As reservas envolveram companhias aéreas, hotéis, cruzeiros e parques temáticos, totalizando um prejuízo de 14 mil euros para a empresa.
  • Os arguidos são suspeitos dos crimes de acesso ilegítimo e burla informática e nas comunicações.
  • A operação “Ghost Trip”, da Polícia Judiciária, decorreu em Santa Maria da Feira e contou com a participação de especialistas de Polícia Científica; foram efetuadas duas buscas domiciliárias.
  • Foram apreendidas duas armas de fogo e dezenas de munições sem licença; o suspeito foi detido, mas ficou em liberdade; o inquérito funciona sob a direção do Ministério Público de Guimarães.

Duas pessoas foram constituídas arguidas por terem acedido sem autorização à conta de uma empresa de viagens e efetuar várias reservas não autorizadas. As operações envolveram companhias aéreas, hotéis, cruzeiros e parques temáticos, com um prejuízo estimado de 14 mil euros.

Os arguidos são suspeitos de acesso ilegítimo e burla informática e nas comunicações. A investigação segue no âmbito de acções de investigação criminal.

A operação Ghost Trip, da Polícia Judiciária, realizou-se em Santa Maria da Feira e contou com a participação de Especialistas de Polícia Científica. Foram efetuadas duas buscas domiciliárias e apreendidas duas armas de fogo, bem como dezenas de munições de diferentes calibres, sem licença de uso e porte.

Um dos suspeitos foi detido, mas acabou por ficar em liberdade. O inquérito está a decorrer sob a direção do Ministério Público de Guimarães, que coordena os passos seguintes.

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